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Ao contrário do que muitos pensam, os pombos são bastante espertos. Eles podem reconhecer pessoas e fazer amigos. Sabem desfrutar de uma paisagem e até identificar obras de arte.

Perguntas frequentes sobre este livro

Quem escreveu "Livre como um pombo"?
"Livre como um pombo" foi escrito por Daniela Kopsch.
Para qual faixa etária é indicado "Livre como um pombo"?
Este livro é indicado para a faixa etária: 6-8 anos.
Quantas páginas tem "Livre como um pombo"?
"Livre como um pombo" tem 44 páginas.
Qual o ISBN de "Livre como um pombo"?
O ISBN de "Livre como um pombo" é 9786561422000.
Qual editora publicou "Livre como um pombo"?
"Livre como um pombo" foi publicado pela Elo Editora.
Como "Livre como um pombo" pode ser usado em sala de aula?
Ao contrário do que muitos imaginam, os pombos são aves surpreendentes. Dotados de grande inteligência, são capazes de reconhecer rostos, cultivar amizades, apreciar paisagens e até identificar obras de arte. Além disso, representam uma raridade na história da humanidade: são uma das poucas espécies domesticadas que, em determinado momento, optaram por retomar a liberdade, tornando-se novamente selvagens. Em Livre como um pombo, da autora Daniela Kopsch, com ilustrações de Bruna Martins e publicação da Elo Editora, o leitor é convidado a observar com mais atenção esses animais urbanos — muitas vezes invisíveis em nosso cotidiano — que carregam uma simbologia profunda. A obra propõe reflexões sobre a relação entre os seres humanos e a natureza, destacando especialmente o valor da autonomia e da liberdade. Talvez, ao seguirmos atentamente o voo dos pombos, possamos compreender o que ainda podem nos ensinar. Desenvolvimento Narrada do ponto de vista de um pombo, a história apresenta a trajetória dessa ave urbana. Os pombos valorizam profundamente a liberdade; não nasceram para viver em gaiolas, apartamentos ou para usar coleiras. Sentem-se empoderados, não se escondem, não têm vergonha de sua natureza e se orgulham do que são. O personagem relembra que, em seu passado, os pombos foram oprimidos: serviam como alimento ou eram usados para transportar mensagens. No entanto, em determinado momento, decidiram se libertar. Disseram "basta" e passaram a buscar sua própria autonomia. Hoje, vivem livres nos espaços urbanos — cantam, namoram, voam e expressam seus desejos sem restrições. Descobriram, enfim, a beleza de ser quem verdadeiramente são. E, afinal, por que deveriam ser diferentes?
Livre como um pombo — Daniela Kopsch | Elo Editora · Elo Editora